sábado, 9 de fevereiro de 2013

O BECO AGRIDOCELANDICO DA PITTY PART 02


Achamos um mercadinho de beira de estrada, e perguntamos. “Volta tudo, pega essa avenida asfaltada aí até o fim”. Asfalto pelo menos, ufa.  Dirigimos mais um tempão, curvas sinuosas, rios, caminho bonito. O sinal sumiu de novo, mas a bolinha era nossa amiga e se movia mesmo assim (vai saber). Mais umas duas mini perdidinhas e enfim, ENFIM, ENFIIIM chegamos.Meu maior desejo era que meus olhos fossem câmeras e gravassem certas cenas para que eu pudesse compartilhar depois. A visão do portão da CASA sendo aberto por Rafa, com uma plaquinha daquelas de jardim na mão escrito “aqui tem gente feliz” me fez lembrar desse desejo. Ele ficou “parkeando” o carro com a plaquinha na mão, como aqueles caras nas pistas de pouso, indicando o lugar que eu deveria estacionar. Impagável.A CASA é um absurdo. Minha primeira visão ao adentrar pela porta foi o piano, lindamente colocado no centro da sala, num tablado de madeira que já existia, sob um lustre pomposo. Preto. Lindo. Um Fritz meia cauda.Descarregamos tudo, e a euforia da chegada. Lá já estavam além de Rafa, Tavinho, nosso fotógrafo-videomaker-documentador dessa aventura; e Jorjão, nosso engenheiro de som gente boa e caladão.  Fomos fazer um tour pelo nosso parque de diversão nesse mês inteiro. A sala enorme, móveis antigos, um cantinho que era perfeito para a técnica. O gravador de rolo, a monitoração, a mesa de som e tudo o mais. Na parte de baixo, a piscina, churrasqueira, mesa de sinuca e pingue-pongue. Um cachorro bem vira-latinha, todo fofo e bem imundo, que precisava ser batizado. Primeiro era Bob, ele tem olhos de Bob e o Marley tinha nos ajudado a chegar aqui mandando good vibes através dos falantes do carro. Depois pensam

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